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Tutorial
Turbine seus gráficos no Illustrator Imprimir E-mail
Escrito por Thiago Justo   
Seg, 03 de Outubro de 2011

No dia a dia é muito comum nos depararmos com gráficos que servem para ilustrar números e resultados. Entretanto, a maior parte deles tem um mesmo aspecto visual. Para muitos, todos parecem exatamente iguais. Para fugir desse padrão, que tal usar a ferramenta de gráfico do Illustrator? Com ela você vai conseguir fazer gráficos bem mais interessantes, manipulando-os como vetor e fazendo com que fiquem bem mais atraentes que as velhas 
colunas coloridas numeradas.
Requisitos: Illustrator CS5
Abra um novo documento no Illustrator (Ctrl+N). Comece selecionando a ferramenta de gráfico (J). Você terá várias opções de gráfico, como gráfico de linha e de pizza, entre outros. Para este tutorial eu escolhi o gráfico de colunas. Com a ferramenta selecionada, clique e arraste dentro da área de trabalho, determinando a área que o gráfico ocupará. Feito isso, uma caixa de diálogo se abre e nela você pode digitar os valores que farão parte do gráfico. Nessa caixa existem várias opções para o preenchimento dos valores e de como os valores serão plotados. Você também pode importar os valores de uma planilha pré-​existente. Eu deixei todas as opções padrão e cliquei no botão Apply (aplicar).


Com o gráfico pronto vamos começar a melhorar o seu visual. Vou aplicar perspectiva e profundidade ao gráfico usando o efeito de 3D do Illustrator, que deve ser usado separadamente nas colunas e nos números e texto que compõem o gráfico. Para isso, duplique-o e mantenha esta cópia de lado para usar mais tarde. Com um dos gráficos selecionado peça para desagrupar os elementos (Shift+Ctrl+G). O Illustrator exibirá um alerta explicando que, depois de desagrupar, as informações contidas no gráfico não poderão ser mais editadas. Clique em OK.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Utilize o comando desagrupar do botão direito até que todos os elementos estejam desagrupados. Apague os números e as linhas do gráfico e fique somente com as colunas. Mude a cor de todas para um tom de cinza e retire o contorno fino preto 
que vem no padrão do gráfico.
Agrupe as colunas selecionadas do gráfico (Ctrl+G) depois clique em Effect3D > Extrude & Bevel. Na caixa para configurar o efeito, você terá várias opções de ângulos, rotações e perspectivas. Você pode testar diferentes valores. Para visualizar basta clicar no botão preview. Depois de escolher os valores clique em OK.

 

 

 

 

 

 

 

 

A próxima etapa é expandir o efeito. Vá em Object > Expand Appearance, depois desagrupe todas as partes usando o comando Object > Ungroup ou o atalho Shift+Ctrl+G. Com isso você terá a possibilidade de editar separadamente as partes que compõem o gráfico.
Eu optei por dar um efeito gradiente nas colunas do gráfico. O Illustrator possui uma grande biblioteca de combinação de cores e gradientes, que facilitam muito na hora de escolher ou combinar cores. Para esse gráfico, eu utilizei a paleta Brights .

 

 

 

 

 

 

Selecione cada uma das partes dos gráficos e aplique um preenchimento gradiente. Depois de aplicado o preenchimento é possível editar o efeito na janela gradiente (Window > Gradient).


Agora é a vez das linhas e números que irão compor o gráfico. Selecione a cópia do gráfico que ficou separada no começo do trabalho, desagrupe os elementos e apague as colunas do gráfico. Faça duas linhas tracejadas, uma mais espessa na parte superior e outra mais fina na parte inferior. Para fazer as linhas intermediárias use o recurso de blend do Illustrator. Com as duas linhas selecionadas vá em Object > Blend > Blend Options, escolha a opção Specified Steps e em Sparcing escolha 4 steps.
Agora faça o Blend: Vá em Menu Object > Blend > Make. Em seguida, aplique o efeito 3D nessas linhas e números. Você deve usar os mesmos valores que usou nas colunas, somente o Extrude Depth deve permanecer 0 para não dar profundidade aos números, pois isso dificultaria a leitura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Posicione as linhas em cima do gráfico. Para melhor fusão dos elementos dê um pouco de transparência (Window >Transparency) nas linhas. Eu utilizei um valor de 60%.
Para dar mais realismo ao gráfico, faça um retângulo com preenchimento preto, na mesma perspectiva que o gráfico, utilizando a ferramenta Pen Tool (P). Aplique um Gaussian Blur (Effect > Blur > Gaussian Blur), depois aplique uma transparência de 40% e coloque embaixo de todos os elementos para simular uma sombra do gráfico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para finalizar, faça o título do gráfico. Aplique o efeito 3D Extrude & Bevel. Os valores terão de ser um pouco diferentes para que o texto fique com ângulo e perspectiva correspondente às colunas. Você pode continuar ajustando o efeito 3D mesmo depois de ter clicado em OK. Basta selecionar o objeto com o efeito aplicado e na paleta Appearance e clicar duas vezes sobre o efeito que ele abrirá novamente a caixa de diálogo para editá-lo.


O gráfico está pronto. Agora você já consegue dar aquela turbinada nos gráficos chatos e fazer todo mundo prestar mais atenção nos seus números!

Thiago Justo é instrutor de pré-​impressão da Escola Senai Theobaldo De Nigris.

Texto publicado na edição nº 79

 
Texturas e brushes no Photohop Imprimir E-mail
Escrito por Caio Carvalho Biasoli   
Sex, 08 de Julho de 2011

Uma das prin­ci­pais características do Pho­to­shop é a possibilidade de se trabalhar com imagens bitmap, formadas por pixels, e ain­da utilizar ferramentas ve­to­riais, como a caneta e as formas geo­mé­tri­cas. Dessa forma, além da própria edição de fotos, é possível manipular imagens, crian­do diversos efei­tos. Aqui mostraremos alguns desses recursos.

Tratamento de imagem
Nosso objetivo aqui é transformar as pes­soas que estão na foto escolhida através de fusões e texturas.

Antes de começar é necessário ajustar a luminosidade. Para isso, vá ao menu Image > Adjustments > Curves. Será aberta uma janela que re­la­cio­na a luminosidade e o contraste. Explore um pou­co até encontrar o ponto desejado. Fei­to isso, é hora de começar o ver­da­dei­ro retoque. A partir daí serão utilizadas as ferramentas Spot Hea­ling Brush, Hea­ling Brush, Patch e Clone Stamp.


Utilize a ferramenta Spot Hea­ling Brush para retocar ­­áreas pequenas, como pintas e espinhas, a ferramenta Hea­ling Brush para ­­áreas um pou­co maio­res, como olhei­ras, a ferramenta Patch para grandes ­­áreas, como marcas de expressão, e a ferramenta Clone Stamp para “esconder” ­­áreas desejadas.


Se estiver levando mui­to tempo, não se preo­cu­pe. É normal que o retoque de imagens leve algum tempo. Uma dica é tentar ha­bi­tuar-se aos atalhos das ferramentas.

Fusão
É hora da ver­da­dei­ra transformação! Agora que os modelos já estão com suas im­per­fei­ções tratadas, vamos transformá-​­los em monstros. A grande jogada é trabalhar com texturas — escamas, pedras, ma­dei­ra etc. E lembre-se de sempre manter as texturas, a imagem original, os olhos e ou­tros elementos em camadas diferentes.
Para começar, tomemos como base a modelo do meio. Antes de transformá-la em réptil, suas cores foram “dessaturadas”. Para fazer o mesmo, vá ao menu Image > Adjustments > Desaturate.


Uma dica é trabalhar no menu Color Balance em Image > Adjustments > Color Balance. Ajustando os controles deslizantes, você pode equilibrar ou desequilibrar as cores da imagem. Neste caso, elas foram desequilibradas com doses de verde e um pou­co de amarelo.


Agora importe a imagem da textura desejada, sobreponha a modelo com ela e, com a ferramenta Eraser, apague os excessos. Para dar um tom mais macabro, vá em Images > Adjustments > Invert para trabalhar com o negativo da textura.

 

 

 

 

 

 

 

De­pois, vá às opções da layer (camada) da textura e se­le­cio­ne Overlay. Com isso, você mesclará as camadas, dei­xan­do os tons escuros mais escuros, cla­rean­do os tons claros e misturando os tons mé­dios por igual.


Com a textura já pronta, é hora de trabalhar com os olhos. Assim como com as escamas, uma imagem de olho rep­ti­lia­no foi importada. As ­­áreas indesejadas foram apagadas e, no menu Color Balance, a imagem foi dosada com bastante verde. Você pode ain­da usar a ferramenta Blur para sua­vi­zar as extremidades do olho.

 

 

 

 

Com essas mesmas técnicas, há uma porção de efei­tos pos­sí­veis de fazer. Veja as imagens ao lado. Temos o exemplo do homem-​­pedra e do garoto de fogo, ambos mais fá­ceis de fazer. Basta ter texturas e imagens bacanas com a melhor resolução possível. No caso do homem-​­pedra, ao invés da opção Overlay, foi utilizada a Multiply, que trabalha apenas com as ­­áreas escuras da imagem, dando destaque somente às rachaduras da imagem e às deformações da pedra, por exemplo.

 

 

 

 

 

 

Para ser alcançado o efei­to do fogo é preciso mexer com layers. Aqui, as camadas foram utilizadas para sobrepor ou esconder as imagens de fogo, que, como já mostrado, foram apagadas com a ferramenta Eraser para manter apenas a parte desejada, sem o fundo.
Observe que cada camada possui uma imagem, seja do modelo, do fogo ou até da própria textura.
Dessa forma, trabalhe com a sobreposição de layers para o modelo pos­suir fogo atrás e em sua frente. Para que o efei­to fique mais real, diminua a opacidade das camadas do fogo para dei­xá-​­los mais transparentes.

Efeitos
O último passo para a total transformação é ­criar um fundo místico. Para a nossa proposta nada melhor do que uma noi­te escura de lua ­cheia, não?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bem, para começar importe uma imagem de lua ­cheia e uma de céu estrelado. Lembrando-se de trabalhar com layers diferentes, se­le­cio­ne a imagem da lua e a sobreponha ao céu.
A partir daqui, um artifício mui­to importante do Pho­to­shop será utilizado: a ferramenta Brush. Além das imagens di­gi­tais encontradas nas bi­blio­te­cas que já são carregadas normalmente quando instalado o Pho­to­shop, você pode ain­da fazer o down­load de diversas brushes diferentes na internet. Dessa forma, torna-se mui­to mais fácil e rápido alcançar efei­tos que antes po­de­riam levar dias para serem fei­tos, como o deste caso.
Se­le­cio­nan­do a ferramenta Brush, diversas operações são exibidas no pai­nel de opções. Se­le­cio­ne a opção Load Brushes para carregar a Brush desejada. Procure no seu sistema onde você dei­xou suas Brushes e carregue-as. Aqui, as Brushes 89-​­abstract3, com efei­tos de luzes, e ­Roots_and_lea­ves_by_winerla, dos pi­nhei­ros, foram carregadas.

 

 

 

 

 

Agora, utilize sua imaginação para ­criar composições diferentes. Atentando novamente ao uso das camadas, explore suas Brushes em diferentes aplicações para que obtenha o melhor resultado possível. Optamos por ­criar uma floresta de pi­nhei­ros secos sob uma lua que esteja emanando uma energia mística no céu.


E assim foi cria­da a arte-​­final. O Pho­to­shop é uma grande ferramenta para designers bem preparados. Por isso, procure sempre incrementar seus conhecimentos para representar o melhor de sua profissão!

Caio Carvalho Biasoli é aluno do curso técnico de pré‑impressão da Escola Senai Theobaldo De Nigris e está se preparando para a fase estadual da Olimpíada do Conhecimento.

Texto publicado na edição nº 78

 
Dando um nó no Photoshop. Imprimir E-mail
Escrito por Thiago Justo   
Ter, 17 de Maio de 2011

Neste tutorial vou apresentar uma nova ferramenta do Pho­to­shop CS5, Puppet Warp, um recurso rápido, fácil e extremamente útil para executar pequenas distorções e ajustes em suas imagens.
Requisitos: Adobe Pho­to­shop CS5


O Puppet Warp é uma ferramenta mui­to simples de usar e que permite fazer distorções mui­to interessantes: movimentar braços e pernas de uma pessoa, encurvar objetos da fotografia ou, como o escolhido para este tutorial, dar nó em uma corda.
Com a imagem escolhida aberta no Pho­to­shop, retire seu fundo, em caso de fundo simples, ou faça a seleção do objeto da imagem que você pretende distorcer. Para utilizar o Warp é necessário fazer uma seleção precisa daquilo em que se pretende mexer e para isso você pode utilizar as ferramentas Pen Tool e Refine Edge. É claro que isso não é uma regra. Você poderá utilizar qualquer uma das ferramentas de seleção do Pho­to­shop que mais se adequem ao tipo de imagem e seleção escolhida.
Eu escolhi a imagem de uma corda sob um fundo branco, mui­to simples de retirar.
Para se­le­cio­nar somente a corda, utilizei a ferramenta ­Quick Se­lec­tion Tool clicando sobre o fundo branco. De­pois de se­le­cio­nar o fundo, inverta a seleção (Menu Select > Inverse ou pelo atalho Cmd / Ctrl + Shift + I). Você pode melhorar essa seleção ini­cial clicando no botão Refine Edge.

Com o Refine Edge podemos aper­fei­çoar e corrigir nossa seleção da melhor forma possível. Experimente todos os ajustes para encontrar a melhor seleção para seu objeto. Outro ponto interessante do Refine é o fato de ele dar opções de saí­da para a seleção. Você poderá salvá-la com um nova camada, nova máscara e novo layer com máscara, entre ou­tros. De­pois de refinar sua seleção, escolha no Output to a opção New Layer.
Desse modo, você terá a seleção do objeto salva em uma nova camada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Temos, então, duas camadas distintas, uma com a imagem original e ou­tra só com aquilo que se­le­cio­na­mos da imagem. Vamos aplicar o Puppet Warp nesse novo layer. Com a camada se­le­cio­na­da, vá em Edit > Puppet Warp para abrir a ferramenta. Quan­do estiver ativo, o Warp cria­rá uma malha sobre a imagem se­le­cio­na­da.

 

 

 

 

 

 

 

Agora, basta aplicar os pontos que nos permitem manipular e distorcer os objetos. Eles vão fun­cio­nar como pontos de articulação. Por isso, para curvar ou dobrar o objeto, você precisará ­criar pelo menos dois pontos. Distribua-os de modo a conseguir o melhor arranjo para a distorção que se pretende fazer na imagem.

 

 

 

 

 

De­pois de ­criar os pontos, comece a fazer as distorções. Você pode movimentar os pontos clicando sobre eles e arrastando-os. Você pode selecionar mais de um ponto para arrastar. Para isso, use a tecla Shift. Para girar os pontos, basta clicar sobre um deles e pres­sio­nar a tecla Alt. Com esses comandos simples é possível distorcer a corda até fazer um nó.

 

 

 

 

 

 

Existem também os comandos na barra de pro­prie­da­des que ajudam na hora de fazer a distorção, principalmente o Ex­pan­sion, que au­men­ta a área de in­fluên­cia de um ponto sobre a imagem, e o Pin Depth, que organiza a sobreposição de partes da imagem. Com ele é possível en­viar para frente e para trás a parte da imagem do ponto se­le­cio­na­do. Utilizei o Pin Depth para organizar as pontas da corda, de modo a dar rea­lis­mo ao nó que ­criei.

 

 

 

De­pois de distorcer a imagem, basta pres­sio­nar Enter para que a distorção seja aplicada à imagem original. Pronto! Nó fei­to no Pho­to­shop.

Thiago Justo é instrutor de Pré‑impressão da Escola Senai Theobaldo De Nigris.

Texto publicado na edição nº 77

 
Como criar padrões no Illustrator Imprimir E-mail
Escrito por Thiago Justo   
Qua, 23 de Março de 2011

Você já se deparou com estampas onde os desenhos se repetem e se encaixam por todo o tecido? Neste tutorial vamos explicar como fazer no Illustrator a repetição de um desenho vetorial de maneira rápida e simples.


Requisitos: Adobe Illustrator
Em um novo documento do Illustrator (Ctrl+N), crie seu desenho. Para este tu­to­rial vetorizei um desenho cria­do pelo famoso artista gráfico Mau­rits Cornelis Escher (1898–1972). Para construí-la utilizei basicamente as ferramentas Pen Tool e Pathfinder. Você pode ­criar seu próprio desenho ou vetorizar alguma imagem de que goste. De­pois de terminado o desenho, abra a janela de Swatches (Menu Window > Swatches).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com a janela Swatches aberta, se­le­cio­ne o desenho que você acabou de ­criar e arraste-o para dentro dela. Agora, o seu desenho tornou-se uma amostra de textura do Illustrator. Perceba como fica essa nova swatch na paleta.

 

 

 

 

 

 

 

 

Faça qualquer desenho ou forma geo­mé­tri­ca e aplique esta nova swatch como se fosse aplicar uma cor. Para isso, basta se­le­cio­nar o desenho e clicar na swatch. Você também pode arrastar o target da swatch para dentro do desenho a fim de aplicar este padrão nele.
Observe que o en­cai­xe entre os desenhos ain­da não está per­fei­to, pois existe mui­to espaço entre eles. Para melhorar esse en­cai­xe, faça você mesmo a repetição do vetor da forma desejada. Lembre-se: para duplicar um objeto arraste-o com a tecla Alt pres­sio­na­da e para repetir a ação anterior use o atalho Ctrl + D. Faça pelo menos três repetições ho­ri­zon­tais e três ver­ti­cais para vi­sua­li­zar melhor o en­cai­xe entre os desenhos.

 

 

 

 

 

 

 

Observe que para reproduzir a repetição com esse en­cai­xe precisarei somente do que está dentro do retângulo com contorno vermelho.

Utilizando a ferramenta Pathfinder, principalmente o botão Subtract, reduza o padrão a somente o que está dentro do retângulo com contorno vermelho.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Terminada essa etapa, delete o retângulo com contorno vermelho, se­le­cio­ne o desenho e arraste-o para dentro da paleta Swatches, crian­do uma nova amostra. Aplique esta amostra em uma forma qualquer. Observe a diferença entre a swatch an­te­rior e esta nova amostra e veja como o en­cai­xe entre as figuras está melhor.


Você também pode aplicar uma cor de fundo nestas swatches ou utilizar desenhos com diferentes cores. Essa técnica é mui­to útil para desenvolver estampas corridas, aquelas que se repetem por todo o tecido, de modo rápido e prático.

Thiago Justo é instrutor de Pré-​­impressão da Escola Senai Theobaldo De Nigris.

Texto publicado na edição nº 76

 
Efeitos de transparência no InDesign Imprimir E-mail
Escrito por Thiago Justo   
Qui, 16 de Dezembro de 2010

Neste tu­to­rial vamos conferir as facilidades de trabalhar efei­tos com transparência utilizando a paleta Effects do Adobe InDesign.
Inicie o InDesign e abra um arquivo no qual  deseja aplicar transparência. Você também pode ­criar uma página com imagens, textos, quadros e vetores (1).


Agora, todos os efei­tos com transparência podem ser ge­ren­cia­dos por uma única paleta, a Effects. Abra-a (Window > Effects) (2).


Nessa janela você pode controlar o tipo de blend aplicado (geralmente está configurado o Normal), a opacidade do objeto, que vai de 0 a 100, e os efei­tos que podem ser aplicados nele. Os mais conhecidos são o drop shadow (sombra), bevel and emboss (chanfrado) e o ­feather (esfumaçado) (3, 4, 5 e 6).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na paleta Effects você também pode controlar onde o efei­to será aplicado. Decida se prefere aplicá-lo no objeto in­tei­ro (Object), somente no preen­chi­men­to (Fill), somente no contorno (Stroke) ou apenas no texto (Text).
Agora, vamos aplicar os efei­tos nos elementos da página.
Se­le­cio­ne o quadro que está atrás do texto. Ele possui uma cor de preen­chi­men­to e uma cor de contorno. Na paleta Effects se­le­cio­ne somente o preen­chi­men­to e mude a opacidade da cai­xa para 80%. Observe que o contorno continua inalterado (7). Você também pode alterar o modo de blending do quadro; neste caso eu escolhi o Lighten.


É interessante que você teste cada um dos blendings para observar os resultados que pode obter. Lembre-se de que a luminosidade e as cores dos objetos que estão acima e abai­xo são determinantes nesse tipo de efei­to; portanto, o resultado final não vai depender apenas da imagem ou objeto que você estiver usando, mas também do fundo sobre o qual ele está localizado.
Mantenha se­le­cio­na­do o quadro em que você aplicou os efei­tos. Agora, se­le­cio­ne na paleta somente o contorno do quadro (stroke). Vamos aplicar um efei­to de chanfro. Para isso, clique sobre o ícone Efei­tos e abrirá uma janela com os efei­tos dis­po­ní­veis. Se­le­cio­ne o bevel and emboss (8).


Quan­do se­le­cio­nar o efei­to, abrirá a cai­xa de configuração. Lembre-se sempre de ativar o pre­view para poder vi­sua­li­zar as alterações, conforme for configurando o efei­to (9). Você tem a opção de mudar a cor das luzes e das sombras, direção, tamanho e o estilo do bevel and emboss. Faça as configurações de modo a conseguir o efei­to desejado e clique em OK.


Vamos então aplicar uma sombra na imagem que está dentro do quadro. Se­le­cio­ne a imagem e, na cai­xa Effects, dei­xe a opção Object se­le­cio­na­da e adi­cio­ne o efei­to drop shadow (10). Com a janela do drop shadow aberta configure o efei­to de acordo com o resultado que pretende obter (11).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Outro efei­to interessante é o gra­dien­te ­feather, que permite aplicar uma transparência com gra­dien­te (12). As configurações são bem parecidas com as de gra­dien­te (13).

 

 

 

 

 

 

 

 

Todo efei­to de transparência aplicado nos objetos fica discriminado na paleta Effects, facilitando o ge­ren­cia­men­to dos mesmos. Faça testes com os de­mais efei­tos sem preo­cu­pa­ção, pois, se o efei­to não ficar bom, basta sele­cio­ná-lo na paleta Effects e arrastá-lo para o lixo. Outra forma de desfazer qualquer efei­to de transparência é clicar no botão ­Clear all effects (14).


Viu como é simples? Com a paleta Effects do InDesign você será capaz de trabalhar com trans­pa­rên­cias de forma bem mais rápida e efi­cien­te (15).

 

Thiago Justo é instrutor de pré-​­impressão da Escola Senai Theobaldo De Nigris

Texto publicado na edição nº 75

 
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