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Para onde caminham os padrões da indústria gráfica Imprimir E-mail
Escrito por Bruno Mortara   
Ter, 26 de Novembro de 2013

Conheça as principais discussões e as novas normas discutidas durante a reunião do TC130, que aconteceu em maio, na China. Entre as mais importantes está a publicação da norma de impressão flexográfica.

Es­pe­cia­lis­tas de mais de uma dúzia de paí­ses se encontraram em maio deste ano em Shenzhen, na China, para mais uma reunião do TC130, que representa o organismo de normalização in­ter­na­cio­nal da indústria gráfica, no qual são feitas as normas gráficas da ISO, In­ter­na­tio­nal Or­ga­ni­za­tion for Stan­dar­di­za­tion, válidas para todos os paí­ses sig­na­tá­rios da OMC, Organização Mun­dial do Comércio. Nesta oportunidade, o Brasil contou com dois participantes: Bruno Mortara, superintendente do ONS27 e chefe da delegação, e Maí­ra de Oliveira, es­pe­cia­lis­ta e também secretária do WG13, grupo de certificação, um dos vá­rios work groups nos quais o TC 130 é dividido.
Os trabalhos nos encontros da ISO são extremamente relevantes na medida em que as novas normas são feitas pelos principais fabricantes do mercado e, uma vez envolvidos na elaboração desses padrões, pautarão o desenvolvimento de seus produtos ba­sea­dos nas normas existentes e em desenvolvimento. Além disso, os es­pe­cia­lis­tas brasileiros podem in­fluen­ciar as decisões tomadas no momento da confecção das normas, tendo a chance de preparar o mercado local para as ten­dên­cias tecnológicas que se tornarão padrão.
Nesse sentido é fundamental que os es­pe­cia­lis­tas brasileiros, es­pe­cial­men­te aqueles envolvidos em aplicação de normas técnicas, consultores, auditores e certificadoras, conheçam os trabalhos em andamento e seus desdobramentos.
A seguir, as principais resoluções em cada um dos grupos de trabalho do TC130.

WG1 – Terminologia
O grupo não foi acompanhado pelos es­pe­cia­lis­tas brasileiros, porém teve recentemente normas importantes aprovadas e neste momento está estudando seus próximos passos.

WG2 – Pré-​­impressão
PDF/VT – Dados Variáveis usando PDF/X

A norma de dados variáveis, a ISO 16612‑2, foi publicada dando prosseguimento à família 16612, cuja primeira parte era ba­sea­da na linguagem PPML. Ela especifica os métodos para o uso do PDF/X para a impressão de con­teú­dos variáveis ou transacionais. A norma detalha também as condições de troca de dados fixos, variáveis e metadados ne­ces­sá­rios para as tarefas de impressão. Ela define três níveis de conformidade: PDF/VT‑1, PDF/VT‑2 e PDF/VT‑2S.
Um po­ten­cial novo projeto foi discutido como um complemento para o PDF/VT para impressão de dados variáveis online e com segurança. Ele abordaria casos de impressão de alto volume nos quais é um requisito es­sen­cial do clien­te que suas informações sensíveis não sejam jamais gravadas em disco, sendo utilizadas somente no momento da impressão.

PDF/X – Os recentes integrantes da família ISO 15930
As normas PDF/X‑4 e 5 foram publicadas em 2008 e após uma revisão das versões em 2010 foram publicadas definitivamente. O PDF/X‑4 (ISO 15930‑7) introduziu transparência para a nossa indústria, além de camadas para facilitar o uso de facas, assim como arquivos multilinguísticos. No Brasil, o ONS27 publicou em 2012 o Ma­nual de PDF/X-4, porém sem considerar as camadas e objetos não CMYK, gray­scale ou spot. A próxima cartilha, com lançamento previsto para o início de 2014, será uma versão am­plia­da da an­te­rior, já incluindo esses elementos.

A norma PDF 2.0 ou ISO 32000‑2
Desde que o cronograma da ISO foi excedido, o projeto foi cancelado e reiniciado novamente como um novo item de trabalho. Os principais aspectos da versão 2.0 da norma ISO 32000-2 que afetam o setor gráfico são:
1. Maior facilidade na compensação do ponto preto (Black Point Com­pen­sa­tion)
2. Output intents em nível de página (podem ser diferentes em duas páginas do mesmo arquivo)
3. Incorporação de dados CXF, dados de medição de cores especiais
4. Adição da sequência de impressão, para uma melhor simulação de cores spot
5. Estruturas melhoradas para a acessibilidade universal – PDF/UA
6. Integração de mecanismos 
de preservação de canal

Black Point Compensation (ISO 18619)
Algumas in­con­sis­tên­cias descobertas na especificação da Adobe para compensação do ponto de preto em conversões de RGB para CMYK fizeram com que o grupo de pré-​­impressão crias­se uma norma especificando os cálculos ne­ces­sá­rios. O grupo, formado por integrantes da ISO e do ICC, esclareceu os cálculos e o documento está em votação CD (etapa in­ter­me­diá­ria de desenvolvimento de uma norma ISO). Após a publicação, espera-​­se que os diversos CMMs (motores de conversão de ge­ren­cia­men­to de cores) implementem a compensação do ponto preto, sempre que o Rendering Intent for colorimétrico relativo.

Imagens de teste SCID 
ou ISO 12640‑1, 2, 3, 4 e 5
A família ISO 12640 é um conjunto de imagens de teste com diferentes codificações de cor e para diferentes tipos de testes de sistemas de ge­ren­cia­men­to de cor e de renderização, como monitores e impressoras. As partes 1 a 4 estão publicadas e a parte 5 recebeu votação positiva da ISO. A publicação da norma em PDF juntamente com dois DVDs está programada para o final de 2013. O padrão é composto por 38 imagens de teste naturais e três sintéticas, codificadas como arquivos TIFF‑IT de 16 Bit, com perfil RIMM‑RGB.

ISO 28178 – Dados de Caracterização – substitui a antiga ISO 12642
A norma ISO 12642‑1, que definia um formato de troca de dados de caracterização usando tags ASCII e palavras-​­chave, está sendo subs­ti­tuí­da por um novo padrão, a ISO 28178. A nova norma foi publicada e define um formato de troca de cores e dados de controle de processo (com os metadados as­so­cia­dos ne­ces­sá­rios para a sua correta interpretação) em formato eletrônico, utilizando tanto os arquivos de dados em formato XML ou ASCII. A ISO está encorajando os fabricantes de equipamentos e instrumentos a implantar essa norma o mais rápido possível.

Nova norma para troca de informações de cores usando XML – ISO 17972
A norma ISO 17972 é um novo padrão que estende o armazenamento de dados de caracterização através de um esquema flexível que facilita a troca de dados de cor e de processo, com os recursos adicionais ba­sea­dos no formato CxF3 da X‑Rite. Pode-​­se encontrar mais documentação sobre o CxF3 (Colour Exchange Format) no site www.colorexchangeformat.com. As partes da família de normas ba­sea­das no CxF3 são:
Parte 1: Relação com CxF3
Parte 2: Armazenamento de targets de escâner (fornecendo um ma­pea­men­to exato em relação à norma ISO 12641)
Parte 3: Dados de caracterização, similar à ISO 12642‑2 (ECI 2002 ou IT.8‑7/4) e ISO 22178
Parte 4:Spot colour cha­rac­te­ri­za­tion data (CxF/X‑4)” define um formato de troca de dados de medição espectral de tintas para fornecer um meio para 
caracterizar tintas de cores especiais
A votação de DIS ISO 17972‑1 foi fechada e ela entrará na última etapa antes da publicação. As partes 2 e 3 serão en­via­das para votação de CD. A parte 4 foi aceita como um novo projeto e será 
votada como CD.

A norma do gerenciamento de cores ICC ou ISO 15076–1 de 2010
A especificação v4 do ICC, ou ISO 15076‑1, já está em fase final. Em paralelo, um documento idêntico será fornecido aos usuá­rios, gratuitamente, na página do ICC, em www.color.org.

Arquivamento de longo prazo usando PDF ou PDF/A – família ISO 19005
O PDF/A é uma norma ISO que usa o formato PDF para arquivamento de documentos de longo prazo sob a forma digital. Desde a sua publicação em 2005, o PDF/A tornou-​­se o formato preferido por governos, universidades e empresas para o arquivamento de documentos digitais. As duas primeiras partes da norma, a primeira ba­sea­da na especificação PDF 1.4, PDF/A‑1, e a segunda, ba­sea­da na ISO 32000‑1, PDF/A‑2, foram publicadas.

A especificação de metadados em arquivos/imagens – ISO 16684‑1
A especificação XMP da Adobe, consagrada em imagens digitais e embutidas nas câmeras no momento da captura, se tornou norma ISO, foi submetida à secretaria central e publicada como ISO 16684‑1 em fevereiro de 2012. A parte 2 foi votada como CD. Essa parte da ISO 16684 especifica o uso de Relax NG para a descrição de metadados se­ria­li­za­dos XMP. O uso de XMP é fundamental para os futuros sistemas de work­flow, nos quais poderão ser levadas em conta a pro­prie­da­de in­te­lec­tual, geo­po­si­cio­na­men­to, remuneração a fotógrafos por área de mídia e tantas outras possibilidades.

Fluxo de trabalho em RGB, com controle de visualização – ISO 16760
Essa norma especifica os requisitos para um fluxo de trabalho RGB para impressão gráfica e fornece orien­ta­ções sobre a cria­ção de imagens RGB prontas para impressão e có­pias de simulação. O título da norma é Preparação e vi­sua­li­za­ção de imagens RGB para serem usadas em fluxos de trabalho de artes gráficas ba­sea­dos em RGB. A norma estende os formatos TIFF e JPEG de uma maneira similar à maneira pela qual o PDF/X estende o PDF. As impressões serão ava­lia­das por meio da ISO 12647‑7 e servem como uma referência física para esse arquivo de dados RGB. A norma passou na votação de CD.

Proposta para metadados como jobticket para provas virtuais
Um documento de rascunho foi elaborado pelo Ghent PDF Workgroup, instituição ba­sea­da na Europa com abrangência global, para auxiliar na adoção de normas. A proposta é que se torne um documento ISO com o título Tecnologia Gráfica – Metadados para o fluxo de trabalho de artes gráficas – Parte 1: XMP metadados para aprovação de imagem ou documento. Esse rascunho descreve um conjunto de metadados que pode ser usado para comunicar o status de aprovação de imagens ou documentos que serão usados para as artes do fluxo de trabalho de produção de impressão gráfica. A votação de novo item deve ocorrer em breve.

ISO 18620 – Curvas de ajuste tonal de RIP para gravação de chapas
Foi decidida a elaboração de um documento, com o objetivo de desenvolver uma norma in­ter­na­cio­nal que defina um formato de arquivo e um mecanismo de codificação de dados de ajuste de curvas de resposta de tons, sob o título: Curvas de Ajustes Tonais. O documento pode ser útil para comunicar de forma inequívoca as curvas de ajuste de tons definidas como porcentagem nominal de correção de ganho de ponto, para documentação interna ou intercâmbio com outras plantas.

WG 3 – Processos e Metrologias
Medição de cores de superfície e cores autoluminosas – ISO 13655
A norma foi publicada em 2009 e com­preen­de quatro diferentes modos de medição: M0 para instrumentos com fonte de luz A, hoje sendo um padrão de fato na nossa indústria. Para o M0 não há nenhuma exigência em relação ao seu con­teú­do UV. Modo M1 para instrumentos com iluminante D50 e con­teú­do UV igual ao D50. Modo M2 para instrumentos com iluminante D50 e filtro UV-cut. Finalmente, o modo M3 amplia o M2 com o uso de filtros de polarização. Foi encontrado um erro na definição do white backing e uma errata será publicada em breve. Discutiu-​­se também a inclusão do DeltaE 2000 e sua matemática, que será 
in­cluí­do num futuro breve.

Norma para provas contratuais – ISO 12647‑7
A norma de provas contratuais está em vigor e é uma das mais utilizadas no nosso setor. A fim de resolver os problemas de ava­lia­ção de conformidade levantados pela ISO decidiu-​­se fazer uma pequena revisão seguida de uma votação, que foi positiva. A versão atua­li­za­da já está publicada.

Norma para sistemas de provas virtuais ISO/CD 14861
Os co­men­tá­rios dos votos de CD foram todos resolvidos. O documento revisado será discutido na próxima reunião em Berlim e, em seguida, submetido à votação. Essa norma trabalha em conjunto com a nova versão da ISO 12646.

Requisitos para monitores de provas virtuais – ISO 12646
A norma se tornou um documento de capacidades e recursos de monitores para provas virtuais. No documento votado, todos os co­men­tá­rios foram resolvidos. O documento revisado será discutido na reunião de Berlim e, em seguida, submetido à votação (que precisa ser ini­cia­da antes de novembro de 2013).

ISO 12647‑1/2/3 – na reta final
As votações de todas as três partes foram positivas. Todos os co­men­tá­rios e problemas foram resolvidos de forma quase satisfatória. Num am­bien­te onde o consenso é vital muitas vezes os documentos sofrem alterações inesperadas ou indesejadas. A votação final deve ser ini­cia­da em breve e as normas devem ser publicadas ainda em 2014.

Impressão de dados digitais, Parte 1: Princípios básicos ISO/DIS 15339 (a futura 12647?)
O resultado da votação foi negativo. A segunda votação, como discutido na última reunião em Chicago, não ocorreu. Foi sugerida uma divisão em duas partes, sendo a primeira de prin­cí­pios e definições e a segunda com os dados de caracterização. Essa norma é extremamente inovadora e recebeu uma saraivada de críticas das delegações mais conservadoras ou que têm ne­gó­cios muito sedimentados nas normas an­te­rio­res (família 12647).

ISO 12647‑4 – Revisão da norma de gravura
Todos os co­men­tá­rios da votação positiva foram resolvidos. O documento será publicado em breve.

ISO 12647‑6 – Norma de impressão flexográfica finalmente publicada!
Essa é uma das melhores normas já feitas pelo grupo, com um componente de modernidade para o setor: no lugar da norma ter alvos e to­le­rân­cias, ela admite que os envolvidos poderão definir alvos e a norma regula as to­le­rân­cias e me­to­do­lo­gias. Além disso, os valores de tolerância podem ser definidos em DeltaE 2000, muito mais adequado para diferenças de cor compatíveis com a sensibilidade humana do que o padrão utilizado até agora, o DeltaE 76. Essa norma já está sendo trabalhada pela comissão do ONS27. A previsão é que sua publicação em português saia no início do ano que vem.

ISO 15311 – Nova norma de impressão digital
A discussão em Shenzhen confirmou que a ISO 15311 é a abordagem correta para a padronização da impressão digital. Decidiu-​­se con­ti­nuar com a Parte 1 como uma especificação técnica, excluindo esta parte do projeto e ini­cian­do a votação de um novo item de trabalho. Foi sa­lien­ta­do que os atributos de qualidade de imagem de referência não estão restritos à impressão digital e podem ser aplicados a todas as técnicas de impressão. Para as partes 2 e 3 foi acordado que as to­le­rân­cias serão removidas, o que significa que elas identificam casos de uso de referência ou aplicações que venham a ser típicos e relevantes para a indústria ou setor de mercado. Isso permite que os usuá­rios comparem suas aplicações contra a aplicação de referência da indústria típica. Cabe, portanto, a outras instituições, como a ABTG Certificadora, propor to­le­rân­cias para as aplicações existentes e fornecer um esquema de ava­lia­ção da conformidade ou certificação.

ISO/TS 18621 – Medição 
da qualidade de imagens
O grupo de trabalho conjunto cria­do entre o TC130 e o JTC1 e o JWG 14 já se reuniu duas vezes, em San Jose, EUA, e em Shenzhen, China. O principal objetivo desse grupo de trabalho é o desenvolvimento da norma ISO 18621 que define os métodos de medição apro­pria­dos para definir a qualidade de imagem e sua permanência ou durabilidade. Os métodos estatísticos M-, L- e P‑Score serão utilizados e o documento deverá ser uma família com outros documentos por vir. O título ini­cial será Tecnologia Gráfica — medição de atributos visuais de materiais impressos. A norma ISO/TS 18621 representa o primeiro documento padrão, que inclui a ava­lia­ção dos atributos essenciais de qualidade da imagem.

WG 11 – Impacto de tecnologias digitais no meio ambiente
ISO 16759 – Quantificação, cálculo e comunicação da pegada de carbono dos produtos de mídia impressa

Ess norma especifica os requisitos para quantificar a pegada de carbono dos processos, materiais e tec­no­lo­gias ne­ces­sá­rias para elaborar produtos gráficos utilizando qualquer tipo de tecnologia de impressão e que estão dentro do conhecimento e controle do usuá­rio. A votação da norma foi positiva e co­men­tá­rios técnicos e editoriais foram incorporados. A publicação final já ocorreu, o que deixou todos os envolvidos nos trabalhos muito satisfeitos. Foi ini­cia­do neste grupo um novo trabalho, visando entender como medir a pegada de CO2 dos meios de comunicação eletrônicos, como ­ebooks. Foi mostrado que o tempo de utilização e o aparelho em si são críticos para determinar a sua pegada. Foi feita uma conexão entre esse grupo e o IEC/TC100/TA13 para desenvolver o novo projeto de nome Quan­ti­fi­ca­ção, cálculo e comunicação da pegada de carbono de e‑mídia”, e que deve ser votado em breve. No Brasil, a comissão dessa área tem acompanhando o desenvolvimento da ISO 16759 desde o início do projeto. A previsão é que a adoção dessa norma aconteça no primeiro semestre de 2014.

WG 13 – Atividades de Certificação
ISO 16761 – Requisitos para 
sistemas de gestão a serem utilizados para certificar os fornecedores de serviços de impressão

O novo grupo de trabalho de certificação ainda está tentando entender como se po­si­cio­nar entre os interesses dos paí­ses participantes, os das agên­cias e empresas participantes e as visões dos es­pe­cia­lis­tas, tudo isso condimentado com uma rígida legislação interna da ISO para cria­ção de normas que tratem genericamente de “qualidade”. O grupo discutiu principalmente sobre as exi­gên­cias da ISO e o que pode ou não ser certificado e o que pode ou não ser especificado em uma norma sobre certificação. A norma ini­cial foi re­no­mea­da para Requisitos e condições de teste para fluxos de trabalho de impressão, 
indicando um re­di­re­cio­na­men­to das atividades.    


Bruno Mortara é superintendente 
do ONS27, coordenador 
da Comissão de Estudo 
de Pré‑Impressão e Impressão Eletrônica e professor de pós‑graduação na Faculdade Senai 
de Tecnologia Gráfica.

Artigo publicado na edição 87