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O uso de XML para controle de processos em tecnologia gráfica Imprimir E-mail
Escrito por Bruno Mortara   
Seg, 18 de Junho de 2012

O uso do código XML se disseminou a partir dos anos 2000, es­pe­cial­men­te em troca de dados entre sistemas de informação. Os dados assim codificados não são facilmente legíveis, apesar de estarem sob a forma de texto. O uso de vá­rios símbolos juntamente com os textos (com codificação Unicode para poder ser representada em muitos idio­mas) e endentação (uso de re­cuos) abundante dificulta a leitura humana. Na rea­li­da­de, o maior uso destes arquivos é para troca de informações entre sistemas e programas de informática.


Histórico
XML é a sigla de Extensible Markup Language e é uma linguagem de marcação que define um conjunto de regras para a codificação de documentos em um formato que é tanto legível por humanos quanto por máquinas. Foi definido na especificação XML 1.0, produzida pelo W3C — consórcio in­ter­na­cio­nal que define regras para a Internet —, como especificação aberta e disponível gratuitamente.
O desenvolvimento desse padrão visou à simplicidade, generalidade e usabilidade através da internet. Existem em muitos sistemas operacionais linguagens e aplicativos de leitura de XML, os chamados APIs (Ap­pli­ca­tion Program Interfaces), cuja função é possibilitar a importação, exportação ou manipulação de dados ou representações de imagens em XML. A aceitação do formato foi tão grande que a partir de 2009 centenas de linguagens ba­sea­das em XML foram desenvolvidas, incluindo RSS, Atom, SOAP e XHTML. Formatos ba­sea­dos em XML se tornaram o padrão de produtividade para ferramentas de escritório, incluindo o Microsoft Office (Office Open XML), OpenOffice.org (OpenDocument) e iWork, da Apple. O XML também tem sido empregado como linguagem base para protocolos de comunicação, tais como XMPP.

TC130 e XML
A comunidade gráfica normalizadora in­ter­na­cio­nal, o TC130 da ISO, já está se interessando pelo XML há tempos, mas ainda não fizemos muitas normas utilizando o formato.
A primeira norma a ser desenvolvida foi a ISO 28178 – Graphic technology – Exchange format for colour and process control data using XML or ASCII text, de 2007, que possibilitou que as leituras feitas por instrumentos, como espectrofotômetros ou colorímetros, fossem armazenadas e trocadas não somente em ASCII (texto puro), como também em XML. A norma atribui nomes de campos e estrutura de dados. Dessa maneira, uma leitura feita em uma fábrica na No­rue­ga com um instrumento Gretag pode ser comparada, por um aplicativo, aos resultados obtidos em sua fi­lial nos Estados Unidos através de um instrumento X‑Rite. Muitas vezes, essa norma é utilizada internamente em programas como o iOne Profiler ou o ProfileMaker, sem que o usuá­rio se dê conta. An­te­rior­men­te, a norma ISO 12642‑1 definia o formato de troca de dados de caracterização utilizando tags e palavras-​­chave em ASCII. Infelizmente, apenas alguns fornecedores de soft­ware implementaram esse padrão, o que resultou em problemas para o pro­fis­sio­nal gráfico ao trocar dados de medição advindos de diferentes fabricantes. Agora, com a ISO 28178, que define um formato de troca de informações de controle de cor e processos, e os metadados ne­ces­sá­rios à sua interpretação adequada, fica possibilitada toda forma de troca eletrônica usando arquivos XML ou ASCII. Ela mantém a legibilidade humana dos dados, além de permitir a legibilidade por sistemas.
As outras normas ba­sea­das em XML ainda se encontram em fase de produção. Algumas já estão indo para publicação e venda e outras ainda estão começando a ser discutidas e escritas. São quatro as normas com base em XML em desenvolvimento:

  • ISO 16684-1 – Graphic technology – Extensible metadata platform (XMP) spe­ci­fi­ca­tion – Part 1: Data model, se­ria­li­za­tion and core pro­per­ties. Foi aprovada e está esperando publicação na secretaria geral da ISO.
  • ISO 17972-1 – Graphic technology – Colour data exchange format (CxFx) – Part 1: Re­la­tionship to CxF3. Está ainda em elaboração e discussão.
  • ISO 17972-2 – Graphic technology – Colour data exchange format (CxF/x) – Part 2: Scanner target data. Está em estágio ini­cial de elaboração.
  • ISO 17972-3 – Graphic technology – Colour data exchange format (CxF/x) – Part 3: Scanner target data. Está em estágio ini­cial de elaboração.

A seguir veremos um resumo dessas normas, quais questões visam atender ao fluxo de produção gráfica e como o XML facilita ou permite que este padrão fun­cio­ne.

Normas com XML especialmente pensadas para armazenar metadados
A norma ISO 16684-1 – XMP: Especificação de metadados é derivada direta da especificação Adobe XMP, conjunto de esquemas e di­cio­ná­rios XML desenvolvido pela Adobe para servir de metadados de imagens e arquivos digitais, que foi submetida ao TC130 para ser transformada em uma norma ISO. Foi rapidamente aprovada e está aguardando publicação na secretaria central da ISO. Essa facilidade se explica pela enorme aceitação de mercado e pela necessidade de padrões públicos e estáveis por parte dos desenvolvedores.

Qualquer pessoa que utilizou aplicativos da Adobe nos últimos anos já está empregando o XMP (Extensible Metadata Platform), a tecnologia que permite embutir informações a respeito de um arquivo, conhecidas como metadados, no próprio arquivo. No Adobe Bridge, o centro de controle de navegação do pacote de edição Adobe Crea­ti­ve Suite, o XMP é ainda mais poderoso e fácil de usar, podendo ser definido e aplicado a inúmeros arquivos si­mul­ta­nea­men­te e até com estruturas de dados personalizadas.
Os metadados XMP são como um cartão de visita digital que se pode anexar a todos os ativos digitais que forem sendo cria­dos. Imagens, lay­outs, logos, todos podem conter metadados em XMP. Os dados embutidos podem ser informações como autor, direitos autorais, descrição, palavras-​­chave e outras informações. Além disso, pode-se usar XMP para recuperar fo­to­gra­fias em bases de dados, ba­sean­do-se nos metadados. Isso é extremamente útil, pois independe da ferramenta de armazenagem. Imagine se, em um estúdio fotográfico, com dezenas de milhares de fo­to­gra­fias digitais, alguém precisasse de uma foto do banco de imagens que contivesse o in­te­rior de uma casa. A pesquisa por nome de arquivo “casa” certamente seria um fracasso. Já a pesquisa por metadados “in­te­rior” teria chances muito maiores.
Em trabalhos de equipe, o XMP pode ajudar no ge­ren­cia­men­to de arquivos e fluxo de trabalho. Ao longo do fluxo de trabalho, os metadados vão sendo incorporados aos ativos digitais (arquivos), na medida em que cada membro da equipe altera, aprova ou simplesmente participa do fluxo do documento. Qualquer membro da equipe pode ler, atua­li­zar e modificar os metadados em qualquer ponto durante o processo de produção.
Uma das aplicações transparentes para o usuá­rio comum é a adição de metadados feita pelas câmeras digitais. Os metadados gerados pela câmera são conhecidos como EXIF (Ex­chan­gea­ble Image File Format). O EXIF é codificado em Adobe XMP e por isso qualquer ativo com esses metadados fica disponível para as aplicações do Adobe Crea­ti­ve Suite ao longo do fluxo de trabalho. Ao se abrir uma foto digital no Pho­to­shop, a caixa de diálogo “Informações do arquivo” revela muito sobre aquela foto, como a marca e modelo da câmera, velocidade do obturador, f-​­stop, distância focal e outras pro­prie­da­des.
Para exemplificar as possibilidades de uso de metadados em XMP, apresentamos duas das mais novas aplicações: o Geo­tag — no qual os dados da localização onde foi feita a foto são embutidos nos arquivos através das informações do GPS do smartphone da câmera digital — e o Face Re­cog­ni­tion, pelo qual as pes­soas reconhecidas são marcadas na área correspondente da foto, através de dados embutidos em XMP.
No entanto, o XMP, enquanto aplicação prática de XML, ainda tem alguns problemas de implementação e normalização dentro das artes gráficas:

  • Ausência de uma linguagem de descrição legível para as máquinas (por exemplo, modo Relax NG)
  • In­con­sis­tên­cias entre diferentes esquemas XMP, como o uso de “título” (que pode dizer respeito a uma profissão ou ao nome de um documento)
  • Ausência de um guia de boas práticas ou norma in­ter­na­cio­nal
  • Ausência de consistência na interface gráfica dos campos (aparência e consistência)
  • Possibilidade de ambiguidade na interpretação do XMP, pois não há um registro central. (Dicionários centralizados explicam e aplicam significados a palavras-​­chave como cores, unidades de medição, parâmetros, relações entre objetos, como em um di­cio­ná­rio. A partir desse “di­cio­ná­rio” são cria­dos códigos XML, re­fe­ren­cian­do-se a estes, e todos os envolvidos na comunicação ficam livres de ambiguidades).

A fim de resolver essas de­fi­ciên­cias do XMP, a ISO está desenvolvendo dois novos projetos que complementam a família da norma ISO 16684-1 – XMP: Especificação de metadados: a ISO 16684-2 – Validação formal de XMP, que fornece ferramentas para verificar os esquemas e a sintaxe quanto à sua aplicação correta, e a norma ISO 16684-3 – Sintaxe XML para descrever elementos XMP UI. Essas normas darão boas possibilidades de consistência e validação dos dados embutidos, assim como dos elementos de interface de usuá­rios.

Comunicação de cores com precisão usando o XML
Um novo conjunto de normas está surgindo para possibilitar a definição de troca de especificação de cores. Essa família de normas é ba­sea­da em uma implementação do XML, desenvolvida pela X‑Rite, dedicada à comunicação de cores, chamada de CxF. O CxF é um novo padrão que permite a comunicação, de modo fácil e preciso, de todos os aspectos co­mer­cial­men­te significativos da cor. Além disso, o CxF é definido de uma forma completamente aberta para que todos os aspectos de uma cor possam ser comunicados, mesmo quando o aplicativo e as características de cor sejam desconhecidos. Segundo a X‑Rite, “encontrar o meio padronizado ­ideal para facilitar a comunicação de cores tem sido discutido há anos e muitas abordagens diferentes foram tentadas. Normalmente, a comunicação de cores é feita hoje em dia com o uso de valores de medição colorimétrica, como CIE-Lab, XYZ, RGB, densidade e CMYK, ou valores de medição espectral. Esses valores são muitas vezes comunicados em formatos pro­prie­tá­rios, que não pre­veem a comunicação fora daquele uso restrito (aplicação-​­aplicação, usuá­rio-​­aplicação). Hoje o comércio é ba­sea­do em um fluxo de trabalho em geral de forma digital. O uso da tecnologia da internet na distribuição e logística cria uma demanda ainda maior por um método padronizado de comunicação de cores. Uma nova linguagem universal para comunicar cores deve simplificar o processo, não importa onde a informação é necessária”.
Nesta discussão a grande evolução, além da linguagem com codificação flexível, é o conceito de comunicar cores independentemente de dispositivo ou processo. Em geral, as cores são comunicadas através de receitas de cores ou formulações que consistem em valores CMYK, ou o uso de sistemas de cores tipo Pantone, Toyo ou HKS.
Quan­do são usadas definições ba­sea­das em dispositivo ou processo para a comunicação de cores, os parâmetros de produção atri­buí­dos a essas coordenadas de cor devem ser usados para garantir a integridade da comunicação. Por exemplo, além de especificar Pantone 315 numa embalagem, devo especificar o Lab, o ganho de ponto ou TVI, o tipo de substrato utilizado e a transparência da tinta; caso contrário, nunca chegarei à referência. Uma maneira de evitar esse obstáculo é utilizando espaços de cores ICC do tipo Named. Essa abordagem é usada por empresas e organizações como Pantone, RAL, NCS, Toyo e HKS. Em tal abordagem, os valores colorimétricos ou espectrais são atri­buí­dos aos nomes de cores. A comunicação então é feita com o nome da cor.

O modelo de aparência CAM (Colour Appearence Model) coberto pelo CxF
A percepção humana de cor não é, em última análise, possível de ser definida completamente por um valor de medição colorimétrico de uma amostra em Lab. Outros fatores como as cores circunstantes e o nível de iluminância sobre a amostra são tão importantes quanto o valor colorimétrico em si. Uma abordagem possível para esse problema pode ser encontrada na publicação da norma da Comissão In­ter­na­cio­nal de Iluminação, CIE 131‑1998 – CIE 1997 interim color ap­pea­ran­ce model – ­CIECAM 97s. Até hoje as normas técnicas gráficas trabalham com o modelo an­te­rior ­CIELAB, de 1976, e ainda não houve consenso sobre como incorporar as me­lho­rias do modelo mais ­atual. Além disso, o modelo ­CIECAM 97s leva em consideração variáveis que o modelo ­CIELAB 76 não levava, como outras condições que afetam a percepção humana de cores. Entre elas estão o ângulo da emissão ou reflexão, como tipicamente observado em su­per­fí­cies metálicas, que pode ser medido através de um gônio-​­espectrofotômetro, também ainda não incorporado às normas gráficas. Nessa si­tua­ção, a cor é definida por um conjunto de curvas angulares, dependentes de refletância. O ­CIECAM 97s considera também o substrato e os efeitos de fluo­res­cên­cia sobre o mesmo — como no uso de bran­quea­do­res ópticos — e como isso afeta a cor significativamente. Em muitas aplicações, homogeneidade e estrutura da amostra são importantes na comunicação da cor. Uma forma de resolver esse problema é comunicar cores de imagens especiais numa combinação de informações colorimétricas e espectrais. Outras características a serem julgadas são o brilho do substrato e o tamanho, a posição e forma da amostra sendo observada/medida.

Aspectos comerciais e técnicos da comunicação de cores cobertos pelo CxF
Quan­do as cores são alvo de comunicação co­mer­cial, como na compra de ma­te­rial de embalagem ou na definição da cor da capa de um livro, elas devem estar dentro de certa tolerância colorimétrica. A tolerância é definida em DeltaE e o modelo matemático utilizado pode ser ­CIELAB, CMC, dE94 ou dE2000. Além disso, dependendo da aplicação, outros fatores, como resistência à luz e a produtos químicos ou bio­ló­gi­cos, devem ser comunicados. Para comunicar uma cor é preciso também que se comuniquem informações sobre os instrumentos de medição, como a configuração físico-​­óptica do instrumento utilizado. Medições de uma mesma amostra usando um instrumento com geo­me­tria 45°/0° ou com um instrumento de geo­me­tria esférica não irão ser equivalentes. Há também os filtros de polarização, a fonte de luz física que serve para iluminar a amostra (D65, A, D50) e o observador padrão utilizado para fazer os cálculos matemáticos (2°, 10°).
Além de tudo o que já foi dito, quando se trabalha no segmento de embalagens, há atributos essenciais para as cores especiais, como lote, receita de misturas de cores, preço de pigmentos, resistência à luz da cor, descrições, notas de aplicação, co­men­tá­rios e dicas de preparação. Tudo isso pode ser embutido em um arquivo CxF, como metadados.
A ISO 17972 representa uma nova família de normas que amplia o armazenamento de caracterizações, fornecendo um esquema flexível para facilitar a troca de dados de cor e processo com os recursos adicionais ba­sea­dos no padrão CxF3.
Na ISO 17972, a Parte 1 explica a relação dos componentes da família com a implementação de XML, o CxF3. As normas propostas irão incluir perfis de elementos de dados ne­ces­sá­rios para uma va­rie­da­de de ­­áreas de aplicação. O comitê TC130 está coletando informações relativas a elementos de dados ne­ces­sá­rios para vá­rios processos e fluxos de trabalho.
A Parte 2 deverá abranger a provisão para transmitir requisitos para o armazenamento de alvos de escâner. Foi acordado que ela deve ser um ma­pea­men­to exato e que a descrição geral deve fazer referência à antiga norma ISO 12641 (carta de cores para escâner) com um anexo informativo para facilitar o uso.
A Parte 3, intitulada Graphic technology – Colour data exchange format (CxF/X) – Part 3: Output target data, deverá incluir os elementos ne­ces­sá­rios para o armazenamento de dados de caracterização (ISO 12642-2 [ECI‑2002 ou IT.8‑7/4] e ISO 22178) sob a forma de arquivo codificado em CxF.
A Parte 4, intitulada Graphic technology – Colour data exchange format – Part 4: Spot colour cha­rac­te­ri­sa­tion data (CxF/X-4), define um formato de troca de dados de medição espectral de tintas para fornecer um meio de caracterizar tintas de cores especiais para permitir impressão e provas confiáveis para produtos que foram projetados com essas tintas. Foi acordado que se dará continuidade à ISO 17972‑4 e será preparado um projeto para circulação. Acredito que a norma dessa família que terá um impacto mais visível na comunidade gráfica será a Parte 4, Spot colour cha­rac­te­ri­za­tion data (CxF/X-4), que define um formato de troca de dados de medição espectral de tintas para fornecer um meio para caracterizar tintas de cores spot, permitindo a confecção de provas e impressão confiáveis de produtos projetados utilizando essas tintas.
Para definir mais precisamente uma cor es­pe­cial é feita uma prova de laboratório tipo IGT, onde a cor es­pe­cial é impressa em escala sobre substrato de referência branco e preto, registrando-se assim as características colorimétricas da cor es­pe­cial em 100%, bem como em ­­áreas reticuladas. Além disso, a impressão sobre o preto de escala da cor es­pe­cial determina o nível de transparência da mesma, possibilitando que o sistema de provas (monitor ou física) simule a mistura daquela cor es­pe­cial com outras cores de modo preciso e con­fiá­vel.
Apesar de o XML ser um velho conhecido dos profissionais de tecnologia da informação, o formato começa agora a ser utilizado pelos profissionais de comunicação gráfica. Além de ajudar a organizar acervos de ativos digitais como documentos e imagens no caso do XMP, ou família de normas ISO 16684‑1, o XML participa ativamente das determinações de cores de amostras, cartas de cores, cria­ção de dados de caracterização (que originam os perfis de cor), tabelas de escâneres e determinação mais precisa das cores especiais. Em relação à ISO 17972-4 de cores especiais, espera-se que uma consequência direta de sua publicação e adoção seja a sua incorporação nos futuros membros da família PDF/X toda vez que o usuá­rio precisar utilizar uma cor es­pe­cial. O grande be­ne­fi­ciá­rio será o clien­te final, com cores especiais definidas precisamente e de forma não ambígua. Quem sabe naquele momento poderemos nos libertar das famosas “cartelas de densidade” e fornecer aos nossos clien­tes provas e impressões confiáveis, usando cores especiais!


Bruno Mortara é diretor da ABTG Certificadora e superintendente do ONS27. É também professor de pós‑graduação na Faculdade Senai de Tecnologia Gráfica e da graduação da Faculdade de Fotografia do Senac.

Texto publicado na edição nº 82